Felicidade pouco tem a ver com o que se tem ou o que se é. Algumas mulheres acham que só serão realmente felizes quando se casarem mas, em contrapartida, um zilhão de mulheres casadas são infelizes no casamento.
Outro exemplo: Dinheiro. Algumas pessoas imaginam que se tivessem mais dinheiro seriam mais felizes. Enquanto tem gente que trabalhava pesado, realmente “chegam lá” e muitas vezes nem notam. Vivem para ganhar um dinheiro que nem sabe mais para que. Pior quando se entra num círculo vicioso de “reinvestimento” (Como “A Ética Protestante” reinvestir para ganhar mais para demonstrar que “Deus é contigo”).
Felicidade tem a ver como você aceita a sua realidade. Calçar um tênis novo pode ser motivo de felicidade, de orgasmo mental para um adolescente e depois de certa idade ser só mais um ato corriqueiro porque seu cardiologista acha que você precisa de uma atividade física.
Feliz é quem se aceita como é, com o que tem e vê nos pequenos detalhes a beleza da vida. E nunca projetar essa felicidade ao alcance de um objetivo e sim, a busca. É privilegiado o ser que tem a possibilidade de buscar a sua plenitude seja estudando, namorando, tendo filhos, no trabalho voluntário.
Esse tour à felicidade real é muito particular. Mas uma coisa é igual em todos os caminhos. A felicidade não é um grande pote de ouro no fim da estrada. É sim as pequenas porções de moedinhas espalhadas pelo caminho.
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