* Concluir dois semestres na Universidade;
* E um ou dois no inglês;
* Ir ao Playcenter;
* Ir ao boliche;
* Tirar da lista de pendências todos os especialistas nos quais eu preciso passar: dermatologista, oftalmologista, ...;
* Doar metade do que não uso no meu guarda-roupa, no mínimo;
* Encontrar minha primeira calculadora do curso de Economia;
* Estudar mais em alguns períodos e bem menos em outros;
* Poupar, poupar, poupar;
* Ajudar um amigo que tem nítidas dificuldades, se e somente se, ele me der espaço para isso (e não sofrer com o contrário);
* Trocar de cel e manter ele desligado APENAS no horário das aulas;
* Nem passar para a agenda do novo cel os telefones das pessoas que já saíram da minha vida;
* Comprar uma camisa da seleção brasileira e outra da seleção tricolor oficiais (o agasalho do meu irmão da seleção é LINDO! xD);
* Organizar toda aquela papelada de cópias/ listas de exercícios/ rascunhos (encadernação, pasta ou lixo);
* Manter as coisas bacanas que eu já conquistei: menos net, mais cinema, mais passeios com o meu filho, mais tempo para estudar e dormir, ...
* Aprender finalmente a distinguir gente ruim, falsa, interesseira da outra pequena parcela da humanidade;
E o que mais for preciso para me manter feliz, no eixo. xD
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Uso tópico
Voltei! Poetas são mais produtivos quando estão imersos nas suas dores mais profundas. E eu, longe de ser uma poetisa, atolei-me numa semi depressão nos últimos dias e meus posts acabaram refletindo sentimentos mais osbcuros (ainda assim reais).
Acho que em parte foi a supressão da dose cavalar da minha droga alternativa mais idolatrada: o chocolate.
EU NÃO COMO CHOCOLATE! Não mais. Por algum tempo. E tenho alguns motivos para isso. Psicológicos e não físicos.
Minha, cada diz mais amiga, a May, faz disso um ritual. Nós, remando contra a corrente científica que nunca afirmou concretamente os poderes terapêuticos do cacau, acreditamos cegamente no seu uso. TPM? Dá-lhe chocolate! Baixo-astral? Um brigadeiro resolve. Sono? Irritação? Ele conserta.
Talvez, pós privação do meu vício (e tem uma palavra para isso que eu não me lembro agora ... 5 minutos após postar me lembrei: CRISE DE ABSTINÊNCIA) eu me sinta livre para caminhar com as minhas próprias pernas.
Acho que em parte foi a supressão da dose cavalar da minha droga alternativa mais idolatrada: o chocolate.
EU NÃO COMO CHOCOLATE! Não mais. Por algum tempo. E tenho alguns motivos para isso. Psicológicos e não físicos.
Minha, cada diz mais amiga, a May, faz disso um ritual. Nós, remando contra a corrente científica que nunca afirmou concretamente os poderes terapêuticos do cacau, acreditamos cegamente no seu uso. TPM? Dá-lhe chocolate! Baixo-astral? Um brigadeiro resolve. Sono? Irritação? Ele conserta.
Talvez, pós privação do meu vício (e tem uma palavra para isso que eu não me lembro agora ... 5 minutos após postar me lembrei: CRISE DE ABSTINÊNCIA) eu me sinta livre para caminhar com as minhas próprias pernas.
terça-feira, 1 de junho de 2010
As Curvas Da Estrada de Santos
Roberto Carlos
Composição: Roberto Carlos/Erasmo Carlos
Se você pretende saber quem eu sou
Eu posso lhe dizer
Entre no meu carro na estrada de santos
E você vai me conhecer
Você vai pensar que eu não gosto nem mesmo de mim
E que na minha idade só a velocidade
Anda junto a mim
Só ando sozinho
E no meu caminho o tempo é cada vez menor
Preciso de ajuda
Por favor me acuda
Eu vivo muito só
Se acaso numa curva eu me lembro do meu mundo
Eu piso mais fundo
Corrijo num segundo
Não posso parar
Eu prefiro as curvas da estrada de santos
Onde eu tento esquecer
Um amor que eu tive
E vi pelo espelho na distância se perder
Mas se o amor que eu perdi eu novamente encontrar
As curvas se acabam
E na estrada de santos não vou mais passar
Não, não vou mais passar
(Ouvi uma versão na voz do Pedro Camargo Mariano e amei xD)
Composição: Roberto Carlos/Erasmo Carlos
Se você pretende saber quem eu sou
Eu posso lhe dizer
Entre no meu carro na estrada de santos
E você vai me conhecer
Você vai pensar que eu não gosto nem mesmo de mim
E que na minha idade só a velocidade
Anda junto a mim
Só ando sozinho
E no meu caminho o tempo é cada vez menor
Preciso de ajuda
Por favor me acuda
Eu vivo muito só
Se acaso numa curva eu me lembro do meu mundo
Eu piso mais fundo
Corrijo num segundo
Não posso parar
Eu prefiro as curvas da estrada de santos
Onde eu tento esquecer
Um amor que eu tive
E vi pelo espelho na distância se perder
Mas se o amor que eu perdi eu novamente encontrar
As curvas se acabam
E na estrada de santos não vou mais passar
Não, não vou mais passar
(Ouvi uma versão na voz do Pedro Camargo Mariano e amei xD)
segunda-feira, 31 de maio de 2010
A armadura do caranguejo
Nada me define melhor do que o caranguejo que simboliza meu signo solar. Uma contradição. Será? Casca dura DEMAIS por fora,molinho DEMAIS por dentro.
Por dentro como a manteiga. Que qualquer apertão deforma. Que se for esquentada, derrete. Que toma a forma do seu recipiente. e, de certa forma, gruda, mancha. Um pedaço de tecido ou papel jamais será o mesmo depois de ser tocado por ela.
Por fora, a armadura medieval. Negra e lustrosa. Imponente. Admirável amazona de armadura completa.
Mas quando eu enfim a tiro, vem a decepção. Surge um ser franzino e feio. Quase débil, doente. De articulações corrompidas com manchas roxeadas. Isso assusta.
A mim? Não. Sempre fui só isso. Mergulhar em mim (ideias e ideais, razões e sentimentos) é para poucos. Como salvar a princesa Fiona naquela torre.
Então, para facilitar, eu a visto novamente com certo pesar. Afinal vestida assim sou incapaz de sentir um toque de carinho, sequer fazê-lo.
A frieza cortante do toque do metal também assusta quem se aproxima. Então ela, a armadura, tornou-se a minha maior paixão. A aplaudida.
Por dentro como a manteiga. Que qualquer apertão deforma. Que se for esquentada, derrete. Que toma a forma do seu recipiente. e, de certa forma, gruda, mancha. Um pedaço de tecido ou papel jamais será o mesmo depois de ser tocado por ela.
Por fora, a armadura medieval. Negra e lustrosa. Imponente. Admirável amazona de armadura completa.
Mas quando eu enfim a tiro, vem a decepção. Surge um ser franzino e feio. Quase débil, doente. De articulações corrompidas com manchas roxeadas. Isso assusta.
A mim? Não. Sempre fui só isso. Mergulhar em mim (ideias e ideais, razões e sentimentos) é para poucos. Como salvar a princesa Fiona naquela torre.
Então, para facilitar, eu a visto novamente com certo pesar. Afinal vestida assim sou incapaz de sentir um toque de carinho, sequer fazê-lo.
A frieza cortante do toque do metal também assusta quem se aproxima. Então ela, a armadura, tornou-se a minha maior paixão. A aplaudida.
Sangrando...
Há alguns anos, estava tomando banho no banheiro ao lado quando a música que eu ouvia no aparelho de som portátil que estava em cima do balcão da pia acabou e quem me conhece sabe que ouvir uma música uma única vez não é para mim. Estava depilando as pernas mas mesmo repleta de espuma, me levantei e coloquei aquela faixa para repetir.
Não havia notado que, ao sair, tinha deixado cair o aparelho. Ao voltar, pisei nele e o peso do meu corpo fez com que aquela borda plástica se quebrasse e a lâmina entrasse como uma faca no meu pé. Doeu muito. O corte foi profundo.
Só consegui ver o sangue de fato após esvaziar a banheira e acabar com toda aquela espuma. E nada fazia parar de sangrar.
Eu chorava e reafirmava que ponto eu não ia levar. Minha mãe colocou café, açúcar, ... (Por que nessas horas ninguém diz:'Vai buscar vodca que é bom'? xD)Uma hora, parou de sangrar.
Estava de short e blusa de frio, o corte pulsava, doía, ... E o que eu ia fazer? Tentei sair do sofá numa sala e chegar a outra. Próximo à escada da sala de jantar, após uns dez passos, meio pulados, meio na ponta do pé formou-se uma enorme poça, eu diria, uma lagoa de sangue no piso de fundo branco.
Eu, particularmente, acho linda a cor viva do sangue. Mas voltei a chorar. Não pela dor ou pelo sangue mas porque me vi impossibilitada ... de andar, de sair dali.
Meu irmão sabe o quanto me restringir os movimentos me irrita. Quando a gente brincava, ele me segurava e com o peso do seu corpo me impossibilitava sair do lugar. Sempre acabava perguntando de onde uma coisinha do meu tamanho tirava forças para me desvencilhar. A inércia nunca foi um estado cogitável para mim.
A cena da poça de sangue se repetiu mais algumas vezes naquela semana. A do choro, cada vez menos.
E é assim que eu me sinto hoje. Achei que uma ferida no coração tinha cicatrizado mas, como no meu pé, qualquer movimento faz com que ela desate a sangrar novamente.
Pior que dessa vez eu até estou disposta a tomar os pontos. Só me digam onde, por favor.
O sangue quer apenas fazer o que ele sempre fez. Correr livre, passear pelas artérias transportando oxigênio, nutrientes, fazendo os soldadinhos da defesa imunológica circularem (todo mundo já viu essa ilustração em revista educativa né?) ... A imprudente que se cortou fui eu. Como sempre, a culpa é minha.
O sangue não pediu para sair mas tinha uma porteira aberta no seu caminho natural. Pior que eu já admirei sua beleza e as formas que as poças podem tomar.
E agora o que eu faço? Dessa vez, inúmeras semanas, uma após a outra se passaram e 'The New Dom Juan de Marco' continua a plainar pelos meus pensamentos, meus sonhos secretos.
E agora o que é que eu faço?
Não havia notado que, ao sair, tinha deixado cair o aparelho. Ao voltar, pisei nele e o peso do meu corpo fez com que aquela borda plástica se quebrasse e a lâmina entrasse como uma faca no meu pé. Doeu muito. O corte foi profundo.
Só consegui ver o sangue de fato após esvaziar a banheira e acabar com toda aquela espuma. E nada fazia parar de sangrar.
Eu chorava e reafirmava que ponto eu não ia levar. Minha mãe colocou café, açúcar, ... (Por que nessas horas ninguém diz:'Vai buscar vodca que é bom'? xD)Uma hora, parou de sangrar.
Estava de short e blusa de frio, o corte pulsava, doía, ... E o que eu ia fazer? Tentei sair do sofá numa sala e chegar a outra. Próximo à escada da sala de jantar, após uns dez passos, meio pulados, meio na ponta do pé formou-se uma enorme poça, eu diria, uma lagoa de sangue no piso de fundo branco.
Eu, particularmente, acho linda a cor viva do sangue. Mas voltei a chorar. Não pela dor ou pelo sangue mas porque me vi impossibilitada ... de andar, de sair dali.
Meu irmão sabe o quanto me restringir os movimentos me irrita. Quando a gente brincava, ele me segurava e com o peso do seu corpo me impossibilitava sair do lugar. Sempre acabava perguntando de onde uma coisinha do meu tamanho tirava forças para me desvencilhar. A inércia nunca foi um estado cogitável para mim.
A cena da poça de sangue se repetiu mais algumas vezes naquela semana. A do choro, cada vez menos.
E é assim que eu me sinto hoje. Achei que uma ferida no coração tinha cicatrizado mas, como no meu pé, qualquer movimento faz com que ela desate a sangrar novamente.
Pior que dessa vez eu até estou disposta a tomar os pontos. Só me digam onde, por favor.
O sangue quer apenas fazer o que ele sempre fez. Correr livre, passear pelas artérias transportando oxigênio, nutrientes, fazendo os soldadinhos da defesa imunológica circularem (todo mundo já viu essa ilustração em revista educativa né?) ... A imprudente que se cortou fui eu. Como sempre, a culpa é minha.
O sangue não pediu para sair mas tinha uma porteira aberta no seu caminho natural. Pior que eu já admirei sua beleza e as formas que as poças podem tomar.
E agora o que eu faço? Dessa vez, inúmeras semanas, uma após a outra se passaram e 'The New Dom Juan de Marco' continua a plainar pelos meus pensamentos, meus sonhos secretos.
E agora o que é que eu faço?
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Uma Distância Há
A Distance There Is
Theatre Of Tragedy
Composição: Raymond Istvan RohonnyiUma Distância Há
Deixai a chuva, vós dizeis
Mas vós nunca pisastes adiante
E sou capturada, sou capturada
Há uma distância
Nenhuma, exceto a mim e ao punhal
Crepitando sobre o telhado
Contemplai, pois não é a chuva
Destarte tenho que ser
Não beberei teu vinho de vindima, meu querido
Tendes vós considerado que de inocência sou
Contudo deixastes vossa dama em perigo
Vós deixastes-me tostar
Meu coração, meu coração, meu coração
Meu coração, meu coração, meu coração
De fragilidade é o meu coração
Minha pálida pele de damasco tom
Quando vós, vossas lágrimas tivestes recônditas, "voltai", vós dizeis
Lá, em breve estarei
Mas como poderei correr, quando meus ossos, meu coração
Vós arrancastes?
Mas, correi, vós dizeis
Eu corro, eu corro, eu corro
Eu corro, eu corro, eu corro
Eu corro, eu corro, eu corro
Eu corro, eu corro, eu corro
Eu corro, eu corro, eu corro
E lá, então, eu contemplo, que o tempo virá
Quando por mais uma vez morta eu estiver, vós dizeis-me para sem demora partir
E parto, e parto, e parto, e parto
E parto, com o punhal e lágrimas em mãos
Vede, as sombras, o céu diminuindo-se
Então por meio de um forte golpe caminho antes de correr e derreter-me em crepúsculo
Em minha mente qual o resultado
Parece como se fosse impróprio mudar de qualquer modo?
Afinal de contas, vós deixastes-me por esses anos, afundar-me nas emocionais profundezas
A encharcada e sombria cortina aveludada pendura-se em mim
Tornando meus sentimentos distantes de nosso tão ignorante mundo
Todos os belos momentos compartilhados, deliberadamente empurrados adiante
Afinal de contas, vós deixastes-me por esses anos, afundar-me nas emocionais profundezas
A encharcada e sombria cortina aveludada pendura-se em mim
Tornando meus sentimentos distantes de nosso tão ignorante mundo
Todos os belos momentos compartilhados, deliberadamente empurrados adiante
Há uma distância
Há uma distância
(Banda que o Thomaz me apresentou rs*)
Theatre Of Tragedy
Composição: Raymond Istvan RohonnyiUma Distância Há
Deixai a chuva, vós dizeis
Mas vós nunca pisastes adiante
E sou capturada, sou capturada
Há uma distância
Nenhuma, exceto a mim e ao punhal
Crepitando sobre o telhado
Contemplai, pois não é a chuva
Destarte tenho que ser
Não beberei teu vinho de vindima, meu querido
Tendes vós considerado que de inocência sou
Contudo deixastes vossa dama em perigo
Vós deixastes-me tostar
Meu coração, meu coração, meu coração
Meu coração, meu coração, meu coração
De fragilidade é o meu coração
Minha pálida pele de damasco tom
Quando vós, vossas lágrimas tivestes recônditas, "voltai", vós dizeis
Lá, em breve estarei
Mas como poderei correr, quando meus ossos, meu coração
Vós arrancastes?
Mas, correi, vós dizeis
Eu corro, eu corro, eu corro
Eu corro, eu corro, eu corro
Eu corro, eu corro, eu corro
Eu corro, eu corro, eu corro
Eu corro, eu corro, eu corro
E lá, então, eu contemplo, que o tempo virá
Quando por mais uma vez morta eu estiver, vós dizeis-me para sem demora partir
E parto, e parto, e parto, e parto
E parto, com o punhal e lágrimas em mãos
Vede, as sombras, o céu diminuindo-se
Então por meio de um forte golpe caminho antes de correr e derreter-me em crepúsculo
Em minha mente qual o resultado
Parece como se fosse impróprio mudar de qualquer modo?
Afinal de contas, vós deixastes-me por esses anos, afundar-me nas emocionais profundezas
A encharcada e sombria cortina aveludada pendura-se em mim
Tornando meus sentimentos distantes de nosso tão ignorante mundo
Todos os belos momentos compartilhados, deliberadamente empurrados adiante
Afinal de contas, vós deixastes-me por esses anos, afundar-me nas emocionais profundezas
A encharcada e sombria cortina aveludada pendura-se em mim
Tornando meus sentimentos distantes de nosso tão ignorante mundo
Todos os belos momentos compartilhados, deliberadamente empurrados adiante
Há uma distância
Há uma distância
(Banda que o Thomaz me apresentou rs*)
terça-feira, 25 de maio de 2010
Top 10
As músicas que eu gostaria de cantar para você:
1) “Eu vivo buscando em alguém, alguma coisa que eu sei que só existe em você. Eu quero a metade de mim que é você. O riso que irradia o mundo e que me faz viver. Eu não agüento mais essa saudade e essa solidão que me invade e me faz ver...Tudo que eu quero é você de volta...”
2) “Será que é difícil entender porque eu ainda insisto em nós?”
3) “Quis enganar meu coração mas foi em vão. A verdade vem e não dá. E eu só penso em te encontrar. Eu quero o teu amor. Se eu disser que perdi a direção. Se eu disser que machuquei meu coração quando eu disse não. Tudo que eu vejo só lembra você e é impossível te esquecer”
4) “Porque eu sei que é amor”
5) “Procuro evitar comparações entre flores e declarações. Eu tento te esquecer”
6) “Há muito tempo eu não crescia o que eu cresci contigo”
7) “Eu sei que vou te amar, por toda a minha vida eu vou te amar”
8) “Não, não chega perto que eu enfraqueço, perco a razão. É, tô inseguro, devendo a juros pro coração”
9) “E agora que faço eu da vida sem você? Você não me ensinou a te esquecer. Você só me ensinou a te querer e te querendo eu vou tentando me encontrar. Vou perdendo, buscando em outros braços seus abraços”
10) “ Tentei te esquecer, não deu. Pensei que fosse mais forte que esse amor. Ó minha paixão, sou teu. Por mais que eu queira disfarçar como estou, o meu coração se nega a aceitar. Passa o tempo eu não me esqueço de te amar”
1) “Eu vivo buscando em alguém, alguma coisa que eu sei que só existe em você. Eu quero a metade de mim que é você. O riso que irradia o mundo e que me faz viver. Eu não agüento mais essa saudade e essa solidão que me invade e me faz ver...Tudo que eu quero é você de volta...”
2) “Será que é difícil entender porque eu ainda insisto em nós?”
3) “Quis enganar meu coração mas foi em vão. A verdade vem e não dá. E eu só penso em te encontrar. Eu quero o teu amor. Se eu disser que perdi a direção. Se eu disser que machuquei meu coração quando eu disse não. Tudo que eu vejo só lembra você e é impossível te esquecer”
4) “Porque eu sei que é amor”
5) “Procuro evitar comparações entre flores e declarações. Eu tento te esquecer”
6) “Há muito tempo eu não crescia o que eu cresci contigo”
7) “Eu sei que vou te amar, por toda a minha vida eu vou te amar”
8) “Não, não chega perto que eu enfraqueço, perco a razão. É, tô inseguro, devendo a juros pro coração”
9) “E agora que faço eu da vida sem você? Você não me ensinou a te esquecer. Você só me ensinou a te querer e te querendo eu vou tentando me encontrar. Vou perdendo, buscando em outros braços seus abraços”
10) “ Tentei te esquecer, não deu. Pensei que fosse mais forte que esse amor. Ó minha paixão, sou teu. Por mais que eu queira disfarçar como estou, o meu coração se nega a aceitar. Passa o tempo eu não me esqueço de te amar”
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