
Uma garota linda, mais amiga de um ex-namorado que minha pra ser sincera, essa semana me fez sorrir. Após ler algumas postagens aqui me disse que mudou a forma que me vê e decidiu montar um blog também. Realmente, gostei de ouvir isso. Saber que os pensamentos, ideias e desejos que eu sinto a necessidade de despejar aqui, de alguma coisa, fizeram alguém refletir.
E nas primeiras postagens dela, vi um post sobre relacionamentos virtuais e a facilidade que algumas pessoas tem ali de dizer “Eu te amo”.
Foi quando resolvi escrever sobre esses relacionamentos e o pouco que sei sobre eles.
Em primeiro lugar, eu concordo com ela. Nos últimos tempos, tenho frequentado alguns chats e a frase “Eu te amo” é “campeã de audiência” por lá. Notei também que as pessoas falam de amor como quem discute o preço da banana na feira.
Vi homens que se apaixonam perdidamente 5 ou 6 vezes ao ano, homens que querem um relacionamento estritamente virtual (alguns se dizem grandes empresários mas não tem sequer um celular pra contato!), homens que nunca se comprometem (ligam de celulares com números ocultos e as conversas são sempre “reservadamente”). Fora os que entram com nicks pra lá de sugestivos (esses, ao menos, me fazem rir muito).
Existem vários tipos de meninas também. Desde as que se expõem demasiadamente (alguns vídeos e fotos que circulam por ali, são provas cabais disso) até as que se escondem tanto que são suspeitas de serem homens com nicks femininos.
Mas personagens à parte existe o lado que eu, particularmente, vejo como o melhor nessas relações. Ao tc diariamente com uma pessoa do sexo oposto, a união só se mantém se as duas pessoas tiverem uma sintonia natural (ou um deles for um bom mentiroso), se as cabeças forem parecidas.
É sempre um encontro de mentes, primeiro. Fica mais dificil aguentar o boçal por causa dos seus belos tríceps já que faz-se pouco uso deles ali.
Conversas, músicas, troca de emails, textos bonitos, poemas e vai surgindo um encantamento perigoso.
Não acho que se deve demorar muito para um encontro real. Na imaginação, o outro vai se tornando perfeito. E essa perfeição me incomoda.
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