Sempre odeio ficar sem net. Mas hoje eu tinha planos. Talvez, eu sempre os tenha. Então até reformulá-los eu vim escrever para o blog. O que me resta é o MSN pelo cel. Desde que cheguei estou pensando se vou ao supermercado comprar algo para o café ou espero a cafeteria abrir.
Estou torcendo por um amigo que neste momento deve estar fazendo a prova de um concurso. Não sei se ligo para saber se está tudo bem, se ele achou o local de prova ou se espero mais um pouco porque ele ainda pode estar dentro da sala da aplicação do teste.
Sempre noto como o ser humano é tão igual em certos sentimentos e tão diverso em outros. Na sexta-feira, comprei duas revistas de moda. Não porque o maior canal de televisão está exibindo uma novela sobre o assunto e sim porque vi uma “celebridade” falando sobre mandar fazer os modelos que a agradam e que ela não achava no seu tamanho e tive um estalo. Peças que eu sempre acho caras demais, não acho exatamente a cor que eu queria poderiam também ser confeccionadas por uma costureira bacana. Então hoje, enquanto vinha trabalhar, lia a história sobre a dona de um ateliê e a sua trajetória pelo mundo da alta costura. É engraçado notar que da mesma forma que todos os caminhos me levavam ao magistério, aos números e ao mundo científico, escolar, os dela a levaram ao mundo da moda.
Essa semana, vi uma reportagem onde alguém gabaritado dizia que devemos estimular nossas crianças a conhecerem as ciências, o cálculo para desenvolver futuros engenheiros já que países desenvolvidos formam milhares de engenheiros por ano. E se não me engano, comparativamente o Brasil não forma um décimo de engenheiros do total de graduados na China, por exemplo.
Vejo nitidamente que o próximo século será gerenciado por engenheiros. Que eles continuarão atuando em áreas que não são exatamente a sua pela facilidade com números numa sociedade que necessita de dados, cada vez mais precisos, para crescer, desenvolver políticas públicas eficientes, políticas empresariais mais lucrativas, entender e preparar-se para o crescimento demográfico e todos os etcs possíveis.
Engenheiros, costureiras, professores... Tratamos as pessoas pelas funções que desenvolvem na sociedade. Por muito tempo eu fui apenas estudante e funcionária pública, um pouco, antes comerciante. Mas eu achava que as minhas unhas deveriam ser feitas apenas por uma profissional, assim como o meu cabelo ou sombrancelhas. Que para estudar eu precisava necessariamente regularmente matriculada em um curso.
Resolvi lembrar, muito vagamente, os grandes gênios multifacetados e brincar por certas “especialidades”. Eu mesma andei fazendo as minhas unhas e depois de algum treino posso dizer que ando gostando do resultado final. Me ajudou também a ver que mesmo quem faz esse trabalho 5, 6, 10 vezes ao dia erra e meu erro me parece bem menor.
Agora estou tentando vôos mais altos. Ontem estava vendo uma aula sobre relaxamento capilar. Morro de medo de fazer a coisa errada. Ainda mais no meu cabelo. Noto que pode haver resultados desastrosos. Por enquanto, é uma possibilidade.
Também pretendo me especializar em outras áreas. Essa semana, tentei me escrever em um curso de hardware. Sempre tive a curiosidade mas fazer com um amigo que está precisando dar uma “sacudida”, novos interesses, foi o que mais me motivou.
Só que a escola mais próxima, com um preço bacana, não tinha vagas nos horários que caberiam na minha agenda mais que apertada.
Falando em agenda “espremida”, essa semana recomeçam às aulas. Comer e dormir viram luxo. Aulas sem janela de segunda à sábado, trabalho à tarde e isso porque as aulas noturnas estouravam meus créditos =/.
Os meninos foram comprar pastel na feira mas eu ainda nem tomei café. Vou comprar pães de queijo na cafeteria e volto já já. xD
Domingo, 01 de agosto de 2010.
10:29
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