Acho engraçado quando as amigas que entram aqui me dizem que gostam do que leem. Tomo como sinceros os elogios.
A graça está em ser assim com as meninas e o inverso total com os meninos. Quando converso com os meus amigos meninos e ouso aconselhá-los sobre qualquer assunto, parece que eu ainda me faço entender. Mas quando são os meus sentimentos a impressão que me dá é que sou um bêbado querendo contar uma história. Noto que as informações chegam confusas e distorcidas. Onde fica a tal clareza nessas horas, afinal?
Notei também que tenho algo muito forte que jamais admitiria em outros tempos: Orgulho. Tenho uma relação estranha e não muito clara com meu orgulho. Ele aparece mais forte quando não sinto valorizados os meus sentimentos, quando duvidam da minha capacidade (principalmente a intelectual), ...
Mas passei a notar que esse orgulho me impede de pedir, de dizer com todas as letras o que estou sentindo em determinado momento. Pior: as pessoas encaram isso como frieza. Não é. Não é frieza porque dói profundamente, eu só não consigo expôr. Não é frieza porque é como uma chama, que fosse tão maior do que comporta o seu recipiente e eu simplesmente a abafasse para evitar que o fogo se espalhasse.
Talvez eu aparente, por vezes, ser mais pacífica do que sou interiormente. Essa imagem não engana nem até o segundo contato.
Então não é que me faltem sentimentos. Sobram. E junto a todos eles vem a dúvida, a incerteza. Me calo, algumas vezes (e geralmente nas coisas mais importantes) por não saber se devo ou não expôr tudo o que penso e sinto sobre determinado fato. Meus rompantes são internos e imediatos. Mas os processo por um cérebro confuso antes de exteriorá-los. E eu não gosto de me expôr (Engraçado dizer isso escrevendo para qualquer um ler mas é real). Não gosto de me tornar vulnerável, de me sentir desprotegida (Fui fake por um tempo para sentir que não era eu me expondo, contando meus problemas, falando de mim. Para reaprender o caminho da sinceridade comigo mesma que me trouxe até aqui).
Uma grande amiga me contou que um exnamorado meu disse a ela que eu não tinha os mesmos sentimentos por ele, que , por vezes, era fria. Então hoje quando me contive em dizer o que realmente estava sentindo e como estava me doendo determinada situação me lembrei das palavras dela. Nunca tinha me visto assim. Na verdade, ainda não me vejo. Só descobri que essa é a visão que as pessoas tem, é a forma que dá para analisar as poucas informações que eu deixo transparecer.
E cheguei a dizer ao belo moço que me acha "fria" que de nada me adianta o orgulho se ele se fosse da minha vida. Ou seja, meu orgulho tem certa noção. Como eu, sabe a hora de bater em retirada.
sábado, 23 de janeiro de 2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Grafologia e Numerologia

Fazendo uma faxina pré-formatação, para evitar sobrecarregar o backup também, encontrei resultados de teste de Grafologia, Numerologia, entre outras coisas. E elas me analisam da seguinte forma:
Numerologia:
Com qualidades de filósofo, você é um pensador atraído por realidades diversas do mundo material. É um professor nato ou escritor. Como observador atento, meticuloso, paciente, equilibrado, intuitivo e com grande capacidade de análise, é incapaz de aceitar novos conhecimentos como verdades absolutas. Primeiro pesquisará para poder fazer uma síntese adequada. Trata-se de alguém que não aceita dogmas. Devido a esta forma de conduzir sua mente prefere as atividades solitárias quando dedica-se integralmente à aquisição de conhecimentos, à pesquisa e à meditação. Consequentemente é pessoa de poucos amigos. Poucos o compreendem devido à esta imagem misteriosa que apresenta ao mundo. O trabalho artesanal não o atrai. Sua felicidade imediata consiste em compartilhar seu trabalho com outras pessoas. Evite a melancolia, a introspecção, a preguiça, a impaciência, a indiferença e a tendência ao uso de drogas. Vincula-se a religiosidade, triunfo sobre a matéria, fé e intelecto. Seus símbolos ocultos são o Carro, o Querubim com a espada chamejante. Sua vibração é lunar. Sua marca é sabedoria.
O número do seu destino: 8
Ser centro de atenções e líder no mundo dos negócios é o seu sonho mais íntimo.
Grafologia:
- Sanguíneo: São pessoas cuja letra é caligráfica (letra "de mão"), grande, arredondada e cheia de enfeites. Revela pessoas joviais, sedutoras, que adoram ser objeto de admiração do outro. São altamente sexuais e sedutoras. Na maioria dos casos são ótimas companhias, porque são alegres, extrovertidas e detestam a rotina. São muito intensos em seus sentimentos e com a mesma força que se entregam em uma relação, saem dela. Fazem tudo para agradar e defender a pessoa que amam. Tendem ao ciúme excessivo.

Concordo com quase tudo. Discordo apenas da parte do "trabalho manual". Quer dizer eu tentei. Acho lindo. Tricô com duas agulhas. Crochê eu aprendi a fazer aquela primeira carreirrinha e nada mais. Mas e o biscuit? Fiz uns 80 potinhos com bebêzinhos de biscuit para o meu chá de bebê. Queria que fosse algo único. Fiz a tampa de pequenos potinhos de vidro com bebês de roupinhas de várias cores: azuis, amarelos, marrons, verdes,... e os enchi com balas de gomas por serem bem coloridas.
Acho lindo o artesanato. Se eu tivesse mais tempo entre ser mãe, filha, irmã, amiga, vizinha, universitária, funcionária pública entre outras funções me dedicaria a essas atividades.
Os tais potinhos eu fiz porque vinha de um ritmo alucinante de trabalho quando me vi grávida e as pessoas simplesmente não queriam me deixar fazer o que era natural para mim.
Ir comprar mercadoria e trazer as sacolas e carrinhos diariamente. Passar o dia todo num dos maiores pólos de compras de São Paulo. Acordar cedo, dormir mal e pouco (Isso, na verdade, meu próprio corpo reivindicou).
Tentei nessa época fazer outros cursos também mas foi só a barriga crescer mais um pouquinho que a empolgação terminou. Terminar os biscuit virou uma obrigação. Mas amei o resultado final.
Aliás, aprendi as técnicas sozinha. Um dia, saindo do banco comprei umas revistas e comecei a me munir de material: rolos simples e decorados, cola branca, massa pronta de todas as cores, olhinhos, verniz, pincéis, enfim uma enorme variedade de coisas.
Me ocupava entre as visitas a obstetra (que eram quase uma viagem mas que valeram muito a pena) e as idas e vindas a lojas e feiras atrás de completar o enxoval.
Vai ver a Numerologia tem razão.
sábado, 16 de janeiro de 2010
O zoo e o Haiti
Exausta! É assim que eu me encontro nesse momento. Fomos ao zoo hoje. Muito bom. Por alguns momentos lembrei que pessoas estão soterradas debaixo de escombros no caos em que se tornou a capital haitiana. Dá culpa, sabe?
O que gastamos comprariam, no mínimo, 75 kg de arroz ou inúmeros litros de água. Quantas pessoas isso alimentariam? Quantas seriam salvas com esse dinheiro? E se fosse todo o faturamento do zoo?
Olhar o mundo dessa forma me faz pensar se há lógica na nossa lógica. Tem uma citação da Bíblia (Que para mim é um livro de boas intenções, em partes. Que maravilha seria viver em um mundo onde os homens tratam o próximo “como a si mesmo”!) que diz que o que o certo para nós é piração para Deus. Longe de ser Deus, acho que muita coisa na lógica da política e distribuição de renda é piração (Sim, eu ainda não consegui me desencantar com as ideias de Marx. Só tenho a consciência que com a atual estrutura política e econômica é inviável).
Por isso eu resolvi cursar Economia (Não tinha essa resposta quando o mais doce dos meus professores fez a mesma pergunta). Foi para entender porque existem ricos e pobres. Por que enquanto pessoas morrem de fome de um lado do mundo, outras dão mais de um salário mínimo em um bicho de pelúcia que eu quase não consigo largar na lojinha de lembranças do parque. E sempre me perguntam por que Economia já que “Contábeis tem maior empregabilidade”.
Não gosto desse pensamento. Emprego qualquer um encontra. No zoo safári mesmo algumas pessoas ganham para afastar os animais com uma varinha dos carros e vans. Não desmerecendo o trabalho de ninguém. Ao contrário, existem tantas funções que podem ser desempenhadas por inúmeros seres de diversas escolaridades e de conhecimentos mil. E eu queria entender o mundo ao meu redor e não me tornar uma HP.
Culpa à parte, foi tudo maravilhoso. Os olhinhos do meu filho, os sorrisos. O olhar dele quando no zoo safári uma avestruz veio comer ração na mão do seu pai (Teoricamente, na minha mão se eu não a puxasse para dentro do carro a cada aproximação dos bichos).
E os nossos gritinhos a cada novo animal que aparecia ... Ver ele chamando os bichinhos do carro:”Vem cá” rs*, uma delícia.
Tirando a palhaçada de um grupo no carro do zoo ao entrarmos na área dos “bambis” referente a estarmos entrando em local sagrado, o Morumbi =/.
Há mais de um ano atrás, da última vez que havíamos ido tinha saído encantada com os tucanos. São lindos, coloridos. Na ocasião estava perto da lojinha e acabei trazendo um chaveiro de tucano de recordação que carrego nas minhas chaves de casa e trabalho até hoje.
Dessa vez uma das imagens que mais me marcaram foram os pavões. Estavam feios, trocando as penas.
Excesso de beleza e de “feiúra” me marcaram. Os excessos sempre me marcam. De dor ou de amor. Se é que não são sinônimos rs*.
Mas o que me fez gravar a imagem daquelas aves praticamente depenadas e ainda assim com seus lindos leque-rabos abertos foi a expectativa. Minha mãe tinha lembrado minutos antes o quão lindos eles são.
Ter uma expectativa frustada nem sempre é de todo mal. A mim não fez diferença. Eles só me fizeram lembrar que nem tudo na vida é exatamente como a gente espera que seja. Que beleza é transitória. Estamos bonitos. Ninguém ou quase ninguém é. Ou talvez todos sejam. Pelo menos, não do lado de fora nem para todos. Que, “apesar de” tudo sempre é válido, não perdi nada por vê-los “menos bonitos”. Na verdade, acabei ganhando mais uma reflexão.
E só para concluir, se a imagem de alguns pavões trocando de penas me fez pensar tanto em coisas importantes para mim, imagine ao trocar ideias com outro ser pensante ... Vai ver por isso que a minha mãe reclamou que, apesar de querer muito cochilar na volta, não pode porque eu falei o tempo inteiro xD.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Minha canção de ninar favorita
Quinta-feira, 15:15h. Número cabalístico. Estou ouvindo “Só agora” da Pitty. Pela milésima vez desde que cheguei da rua. Fomos comer pastel na feira.
Ela é uma canção de ninar. De mãe para filho. Me lembra os dois homens da minha vida porque é uma declaração de amor.
Trocaria “Meu colo alimenta você e a mim” por “Meu amor por você alimenta você e a mim”. Talvez nem isso. Manteria todo o resto.
“Eu nunca vou deixá-lo ir” traduz a vontade de guardar a recordação de tudo que foi bom, bonito. Perfeita. E talvez mesmo essas recordações um dia, ficam menos “coloridas” como uma foto que desbota com o tempo. Cada vez mais longe do real.
“Porque um dia, eu sei, vou ter que deixá-lo ir”.
Baby, tanto a aprender
Meu colo alimenta você e a mim
Deixa eu mimar você
Adorar você
Agora
Só agora
Porque, um dia, eu sei
Vou ter que deixá-lo ir
Sabe serei seu lar
Se quiser
Sem pressa
Do jeito que tem que ser
Que mais posso fazer?
Só te olhar dormir
Agora
Só agora
Correndo pelo campo
Antes de deixá-lo ir
Muda a estação
Necessários são
Você aflorescer
Calmamente
Lindamente
Mesmo quando eu não mais estiver
Lembre que me ouviu dizer
O quanto me importei
E o que eu senti
Agora
Só agora
Talvez você perceba
Que eu nunca vou deixá-lo ir (2x)
Eu não vou deixá-lo ir
P.S.: O engraçado é que eu pensei que iria ouvir milhares de vezes “Me adora”, pelo que ela me recorda mas não foi isso que aconteceu.
Ela é uma canção de ninar. De mãe para filho. Me lembra os dois homens da minha vida porque é uma declaração de amor.
Trocaria “Meu colo alimenta você e a mim” por “Meu amor por você alimenta você e a mim”. Talvez nem isso. Manteria todo o resto.
“Eu nunca vou deixá-lo ir” traduz a vontade de guardar a recordação de tudo que foi bom, bonito. Perfeita. E talvez mesmo essas recordações um dia, ficam menos “coloridas” como uma foto que desbota com o tempo. Cada vez mais longe do real.
“Porque um dia, eu sei, vou ter que deixá-lo ir”.
Baby, tanto a aprender
Meu colo alimenta você e a mim
Deixa eu mimar você
Adorar você
Agora
Só agora
Porque, um dia, eu sei
Vou ter que deixá-lo ir
Sabe serei seu lar
Se quiser
Sem pressa
Do jeito que tem que ser
Que mais posso fazer?
Só te olhar dormir
Agora
Só agora
Correndo pelo campo
Antes de deixá-lo ir
Muda a estação
Necessários são
Você aflorescer
Calmamente
Lindamente
Mesmo quando eu não mais estiver
Lembre que me ouviu dizer
O quanto me importei
E o que eu senti
Agora
Só agora
Talvez você perceba
Que eu nunca vou deixá-lo ir (2x)
Eu não vou deixá-lo ir
P.S.: O engraçado é que eu pensei que iria ouvir milhares de vezes “Me adora”, pelo que ela me recorda mas não foi isso que aconteceu.
De bobeira
São 1:50 da manhã dessa quinta-feira e eu, simplesmente, perdi o sono. Na verdade, dormi durante a tarde. E todos estão dormindo. Meu filho trocou a nossa cama pela da minha mãe.
Após acordar, jantar, assistir “Efeito Borboleta” e Doc. House, zapeei um pouco e decidi abrir o note. Não sei porque não quero me conectar. Quero apenas despejar um pouco dos meus sentimentos.
Abri as janelas, o ventilador já estava ligado. Desci pra beber água e por um instante pensei se quem tem muito dinheiro põe um purificador de água no próprio quarto.
Não estou afim de assistir nada do que está passando na tv. Nem sei se vou tomar todo o iogurte.
Enquanto assistia ao filme, onde um garoto tenta “consertar” o futuro voltando e modificando o passado, cogitei quais seriam as minhas mudanças. Talvez eu não o add no MSN, talvez eu nem trocaria as primeiras palavras, não fizesse aquela ligação no que seria mais uma tarde nem o deixaria acreditar na mentira. Mas acho que como Evan estaria errada no real motivo desse presente.
Tudo é anterior, num passado mais remoto. Mentir nesse ponto já foi uma consequência. E isso nós superamos. Mesmo que ele tenha precisado voltar nisso quando tudo acabou. Precisamos sempre nos justificar. Para nós mesmos ou para os outros.
Deveria consertar os eventos que me traumatizaram, me fizeram me fechar com uma ostra. Rever a concepção de que eu preciso extrair de fora para dentro, absorver ideias, comida, sugar o mundo para ser melhor.
Estou sempre atrás de absorção. Minhas maiores preocupações são melhorar a forma e a qualidade do que como, estudar, me entender. Resumidamente absorção do mundo em que eu vivo.
Daí também deve vir o meu consumismo exagerado (As faxinas de Natal reafirmaram que eu compro em demasia e depois nem sei o que fazer com tanta coisa. Pouquíssimas coisas das que se compra eu tenho uma só).
Aliás, só sei levar a vida com exagero. Esse último ano tenho controlado mais isso.
Uma das últimas grandes festas que dei poderia durar uma semana. Comida e bebida havia para isso. E talvez meus convidados também tivessem disposição rs*.
O bom é que exagero também no amor, no carinho, na amizade. Também na dor, no ciúme (devo querer absorver o outro também), na preocupação com tudo e com todos.
É isso. Vou terminar o iogurte e assistir “Arquivo morto”.
Após acordar, jantar, assistir “Efeito Borboleta” e Doc. House, zapeei um pouco e decidi abrir o note. Não sei porque não quero me conectar. Quero apenas despejar um pouco dos meus sentimentos.
Abri as janelas, o ventilador já estava ligado. Desci pra beber água e por um instante pensei se quem tem muito dinheiro põe um purificador de água no próprio quarto.
Não estou afim de assistir nada do que está passando na tv. Nem sei se vou tomar todo o iogurte.
Enquanto assistia ao filme, onde um garoto tenta “consertar” o futuro voltando e modificando o passado, cogitei quais seriam as minhas mudanças. Talvez eu não o add no MSN, talvez eu nem trocaria as primeiras palavras, não fizesse aquela ligação no que seria mais uma tarde nem o deixaria acreditar na mentira. Mas acho que como Evan estaria errada no real motivo desse presente.
Tudo é anterior, num passado mais remoto. Mentir nesse ponto já foi uma consequência. E isso nós superamos. Mesmo que ele tenha precisado voltar nisso quando tudo acabou. Precisamos sempre nos justificar. Para nós mesmos ou para os outros.
Deveria consertar os eventos que me traumatizaram, me fizeram me fechar com uma ostra. Rever a concepção de que eu preciso extrair de fora para dentro, absorver ideias, comida, sugar o mundo para ser melhor.
Estou sempre atrás de absorção. Minhas maiores preocupações são melhorar a forma e a qualidade do que como, estudar, me entender. Resumidamente absorção do mundo em que eu vivo.
Daí também deve vir o meu consumismo exagerado (As faxinas de Natal reafirmaram que eu compro em demasia e depois nem sei o que fazer com tanta coisa. Pouquíssimas coisas das que se compra eu tenho uma só).
Aliás, só sei levar a vida com exagero. Esse último ano tenho controlado mais isso.
Uma das últimas grandes festas que dei poderia durar uma semana. Comida e bebida havia para isso. E talvez meus convidados também tivessem disposição rs*.
O bom é que exagero também no amor, no carinho, na amizade. Também na dor, no ciúme (devo querer absorver o outro também), na preocupação com tudo e com todos.
É isso. Vou terminar o iogurte e assistir “Arquivo morto”.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
No volante da minha vida
Odeio quando estou dirigindo sem saber para onde vou. Cansei de brigar com o “co-piloto” quando me manda entrar na “próxima à direita” em cima da hora. Seguir para um local desconhecido é assim mesmo. Para saber o caminho a seguir eu preciso saber onde quero chegar.
Preciso saber o tipo de homem que quero ao meu lado, o tipo de relacionamento, o tipo de carreira a seguir, os amigos que quero ao meu redor para saber onde procurá-los.
Como no quadro de Leonardo Da Vinci dA Santa Ceia comerei e beberei com esses escolhidos. Mesmo que um deles me traia rs*.
Sempre ouvi esses preparadores de atletas dizerem que você precisa se imaginar, concretizar a imagem da vitória primeiro na sua mente. Sentir o cheiro, ouvir a festa da torcida, literalmente vivenciar todas as sensações de estar lá. E é exatamente por isso.
O mesmo exercício é feito por essas associações de emagrecimento. Umas das dicas é você colocar uma foto sua de quando estava magra ou de uma mulher da qual você admira o corpo no espelho para visualizar o que quer e buscar os meios de chegar lá.
De certa forma, a lenda japonesa do Daruma que manda você fazer um pedido, pintar um dos seus olhos e deixá-lo num local visível até o seu desejo se concretizar serve a esse propósito também.
Tenho olhado mais para dentro de mim por esse motivo. Estou querendo definir o rumo da minha história. Talvez porque, no meio da viagem, resolvi mudar o destino final. E isso é sempre válido como quando você para e analisa que aquela baladinha essa noite não vai pegar nada e resolve ir para aquele churrasco dos amigos ou quando decide trocar de curso na Universidade.
Aliás a escolha do curso universitário é exatamente isso. Passamos boa parte do dia no trabalho e fazer o que se gosta é o primeiro passo para se viver bem.
Quero saber quem eu sou, do que gosto hoje e não o que gostei no passado distante nem mais próximo. Quero buscar o que irá me tornar cada dia mais completa e feliz. Até porque como numa das vias expressas da minha amada cidade, muitas vezes o retorno fica muito longe.
P.S.: Talvez, eu esteja acabando de pegar um retorno na minha história. Depois de muita gasolina queimada à toa estou retomando ao rumo certo. E “certo” significa o melhor para mim, o que vai me tornar plena.
Preciso saber o tipo de homem que quero ao meu lado, o tipo de relacionamento, o tipo de carreira a seguir, os amigos que quero ao meu redor para saber onde procurá-los.
Como no quadro de Leonardo Da Vinci dA Santa Ceia comerei e beberei com esses escolhidos. Mesmo que um deles me traia rs*.
Sempre ouvi esses preparadores de atletas dizerem que você precisa se imaginar, concretizar a imagem da vitória primeiro na sua mente. Sentir o cheiro, ouvir a festa da torcida, literalmente vivenciar todas as sensações de estar lá. E é exatamente por isso.
O mesmo exercício é feito por essas associações de emagrecimento. Umas das dicas é você colocar uma foto sua de quando estava magra ou de uma mulher da qual você admira o corpo no espelho para visualizar o que quer e buscar os meios de chegar lá.
De certa forma, a lenda japonesa do Daruma que manda você fazer um pedido, pintar um dos seus olhos e deixá-lo num local visível até o seu desejo se concretizar serve a esse propósito também.
Tenho olhado mais para dentro de mim por esse motivo. Estou querendo definir o rumo da minha história. Talvez porque, no meio da viagem, resolvi mudar o destino final. E isso é sempre válido como quando você para e analisa que aquela baladinha essa noite não vai pegar nada e resolve ir para aquele churrasco dos amigos ou quando decide trocar de curso na Universidade.
Aliás a escolha do curso universitário é exatamente isso. Passamos boa parte do dia no trabalho e fazer o que se gosta é o primeiro passo para se viver bem.
Quero saber quem eu sou, do que gosto hoje e não o que gostei no passado distante nem mais próximo. Quero buscar o que irá me tornar cada dia mais completa e feliz. Até porque como numa das vias expressas da minha amada cidade, muitas vezes o retorno fica muito longe.
P.S.: Talvez, eu esteja acabando de pegar um retorno na minha história. Depois de muita gasolina queimada à toa estou retomando ao rumo certo. E “certo” significa o melhor para mim, o que vai me tornar plena.
Trilha sonora
Hoje, quarta-feira, dia 13/01/10 tenho uma coisa importante para fazer. Comprar CDs.
A companhia da música modifica a alma. Não tenho uma relação muito próxima à música. Por muito tempo fiquei sem essa troca de energia. Por falta de tempo e por ser engolida pelo que “deve ser feito”
Reaprendendo a viver redescobri meu gosto musical. Eclético é verdade. Apesar de eu odiar o uso indiscriminado desse termo pela maioria.
Ser eclética musicalmente é buscar algo nessa relação independente do ritmo. Eu, particularmente, uso a música para me emocionar, resgatar ideias e sentimentos. Se a letra me tocar, pouco importa se é um frevo ou um bolero.
E não poderia ser diferente. Amo a Ana Carolina, a Pitty, o Nando Reis, o Barão Vermelho, os Engenheiros do Hawaí, o Evanescence e atualmente saio dançando onde ouço Djavu rs*.
Essa semana começou uma novela em que a trama se passa em São Paulo e a trilha sonora tem muito de rock nacional dos anos 80. Acabei assistindo o primeiro capítulo.
Bem, agora vou fazer a lista dos títulos que pretendo garimpar mais tarde. Acabar com a vida dos meus vizinhos cantando a plenos pulmões.
A companhia da música modifica a alma. Não tenho uma relação muito próxima à música. Por muito tempo fiquei sem essa troca de energia. Por falta de tempo e por ser engolida pelo que “deve ser feito”
Reaprendendo a viver redescobri meu gosto musical. Eclético é verdade. Apesar de eu odiar o uso indiscriminado desse termo pela maioria.
Ser eclética musicalmente é buscar algo nessa relação independente do ritmo. Eu, particularmente, uso a música para me emocionar, resgatar ideias e sentimentos. Se a letra me tocar, pouco importa se é um frevo ou um bolero.
E não poderia ser diferente. Amo a Ana Carolina, a Pitty, o Nando Reis, o Barão Vermelho, os Engenheiros do Hawaí, o Evanescence e atualmente saio dançando onde ouço Djavu rs*.
Essa semana começou uma novela em que a trama se passa em São Paulo e a trilha sonora tem muito de rock nacional dos anos 80. Acabei assistindo o primeiro capítulo.
Bem, agora vou fazer a lista dos títulos que pretendo garimpar mais tarde. Acabar com a vida dos meus vizinhos cantando a plenos pulmões.
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